COMCID - Encontro de Pesquisadores de Comunicação e Cidade http://anais.uel.br/portal/index.php/comcid <p>O&nbsp; Anais é uma produção do evento - COMCID - ENCONTRO DE PESQUISADORES EM COMUNICAÇÃO E CIDADES - de programação bienal - realizado no Centro de Educação, Comunicação e Artes (CECA), da Universidade Estadual de Londrina (UEL). O público-alvo do COMCID consiste em pesquisadores, docentes, alunos de graduação e de pós-graduação <em>Lato sensu</em> e <em>Stricto sensu</em>. Sua proposta é discutir aspectos ligados à comunicação da cidade pela ótica de múltiplos olhares, com o propósito de colaborar na compreensão, memória e na preservação das relações do homem com o espaço urbano.&nbsp;</p> Universidade Estadual de Londrina - UEL pt-BR COMCID - Encontro de Pesquisadores de Comunicação e Cidade Apresentação COMCID http://anais.uel.br/portal/index.php/comcid/article/view/496 <p>O evento científico COMCID - Encontro de Pesquisadores em Comunicação e Cidade, realizado no dia 4 de outubro de 2018, teve a apresentação de trabalhos com pontos de convergências entre as áreas da comunicação - relações públicas, jornalismo e publicidade; arquitetura e urbanismo, administração, semiótica, sociologia, história, música e demais áreas que interpretam e se relacionam com a cidade.</p> <p>&nbsp;</p> <p>O público-alvo foram pesquisadores docentes e discentes da graduação, lato e stricto sensu. O objetivo foi discutir aspectos ligados à comunicação da cidade em múltiplos olhares, com o propósito de colaborar na sua compreensão, na melhoria dos relacionamentos, na preservação e no desenvolvimento do espaço urbano.&nbsp;</p> <p>O formato do evento, que deu origem ao presente Anais, foi constituído por três Grupos de Trabalhos – GT, sendo eles:</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>GT 1 – COMÉRCIO E ARQUITETURA:&nbsp;</strong>Arquitetura comercial, espaços varejistas e inserção urbana, mercados públicos; ruas<br> comerciais, lojas de departamento; galerias comerciais; franquias;&nbsp;shopping centers; paisagem urbana e mídia exterior; comunicação urbana; vitrines;&nbsp;visual&nbsp;<em>merchandising</em>;&nbsp;fluxos urbanos, cidades 24 horas, cidades inteligentes, cidades criativas, comércio eletrônico; comércio e serviços informais (ambulantes).</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>GT 2 – IMAGEM E CONSUMO:&nbsp;</strong>Discutir as múltiplas relações entre consumo e espaço urbano, considerando principalmente temas ligados à comunicação visual, ao comportamento do consumidor e a atividades correlatas (publicidade, relações públicas, jornalismo, marketing, administração, moda e design). Procura-se assim, propor novos conceitos e/ou repensar contribuições anteriores, como estética da mercadoria, retórica da imagem e sociedade do espetáculo.</p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>GT 3 – ESPAÇO URBANO, CULTURA DA CIDADE E VAREJO:</strong>&nbsp;Imagem e identidade organizacional; semiótica urbana; semiótica da cultura; cultura organizacional varejista; espaços de memória da cidade; cidade como capital simbólico; discurso e prática nos relacionamentos com os públicos do varejo; mediações da paisagem; lugar, não lugar e espaços de fluxos urbanos,&nbsp;sociedade líquida e humanização nas organizações.</p> <p>&nbsp;O COMCID foi organizado pelo Projeto de pesquisa: Os discursos do varejo no espaço urbano, coordenado pela docente do Departamento de Comunicação da UEL, professora Dra. Desire Blum Menezes Torres.</p> Desire Blum Menezes Torres ##submission.copyrightStatement## 2018-12-12 2018-12-12 1 1 1 Urbanidade e Imagem na Comunicação Corporativa – uma análise semiológica http://anais.uel.br/portal/index.php/comcid/article/view/502 <p>Este trabalho levanta dados com a finalidade de ampliar a compreensão sobre como a imagem urbana é captada pelas organizações e utilizada como estratégia comercial. Avalia os impactos decorrentes da realização de dois projetos associando urbanidade a imagem nas ações institucionais de empresas da cidade de Londrina-PR: a <em>Praça Pé Vermelho</em>, da Construtora Plaenge, e o Livro de Memórias da Viação Garcia – <em>Aqui tem história – Viação Garcia 60 anos </em>e o museu que a empresa possui em suas dependências.&nbsp; As ações empresariais são focalizadas como manifestação de linguagem e analisadas com base no conceito de funções da linguagem, de Roman Jakobson, e na noção semiológica de mito – formada na transposição de sistema de primeira ordem para sistema de segunda ordem –, conforme definição de Roland Barthes. Nos casos apresentados, o vínculo com a cidade de Londrina é incorporado a elementos da imagem corporativa. Ocorre, portanto, a transposição de aspectos descritivos do ambiente, para aspectos que carregam uma valiosa identificação.</p> Mara Lúcia Diniz de Assis ##submission.copyrightStatement## 2019-02-13 2019-02-13 1 2 17 Espaço urbano e sustentabilidade afetiva: uma análise no varejo de rede http://anais.uel.br/portal/index.php/comcid/article/view/509 <p>Este trabalho propõe uma análise sobre o discurso e a prática no segmento varejista de supermercado, em especial os discursos organizacionais acerca da esfera ambiental. Toma-se como base os conceitos de semiótica e polifonia urbana, amplia-se também a noção de sustentabilidade, com base na teoria da sustentabilidade afetiva. A pesquisa de caráter qualitativo apresenta como objeto de análise um dos supermercados mais importantes da cidade de Londrina-PR-Brasil, o supermercado Super Muffato, no que tange a transformação da paisagem ocorrida devido à derrubada de árvores e a construção de um novo prédio no terreno, levantou-se documentação fotográfica anterior e posterior ao fenômeno a fim de estudar a memória da paisagem urbana. Neste estudo pode-se constatar um reforço da sociedade de consumo por esse varejo, criando narrativas ambientais, justificando discursos organizacionais antagônicos e consequentemente, desfavorecendo as relações afetivas.</p> Marcelo Kioyassu Nakasse Desire Blum Menezes Torres ##submission.copyrightStatement## 2019-02-13 2019-02-13 1 18 32 Além da Lama: placas comerciais como objeto de pesquisa em coordenadas de situação fotográfica http://anais.uel.br/portal/index.php/comcid/article/view/510 <p>A partir da fotografia <em>Lama</em>, obtida do acervo fotográfico de Haruo Ohara (1909-1999), que aparece no site do Instituto Moreira Salles – IMS acompanhada de coordenadas de situação – espaço e tempo – imprecisas, este trabalho experimenta o uso de indicativos escritos em placas de estabelecimentos comerciais que estão aparentes na imagem como objeto de análise para se identificar o local exato da captura e para uma verificação aproximada do ano de tomada do registro. A metodologia utilizada se mostrou eficiente na localização e concluiu que a data do registro conforme publicada em algumas plataformas se encontra equivocada. Utiliza-se os aportes teóricos de Boni (2014), Kossoy (2007), entre outros.</p> Julio Cezar Pereira Peres ##submission.copyrightStatement## 2019-02-13 2019-02-13 1 33 43 A paisagem e as transformações da cidade a luz da Semiótica Urbana http://anais.uel.br/portal/index.php/comcid/article/view/511 <p>A leitura da cidade é a leitura do uso que o usuário traçou no espaço urbano (FERRARA, 1988). Entendendo a cidade como produtora de sentido por meio de suas imagens, se faz necessário compreender como estes elementos significativos influenciam a paisagem urbana pelos usos dos indivíduos nestes ambientes, bem como pela cultura que emergem dos modos de consumo e usos do varejo. Esta pesquisa tem como objetivo geral analisar o potencial de influência da imagem do varejo nas transformações da espacialidade urbana, tendo como especificidades, verificar os lugares de fixos e de fluxos; verificar a história ambiental e sua relação com o usuário; identificar as transformações físico-contextuais da imagem do varejo. A metodologia utilizada caracteriza este estudo como uma pesquisa descritiva, qualitativa, documental e bibliográfica e emprega a técnica de observação do espaço urbano em questão e as demais interações com o mesmo, por meio de análises semióticas urbanas da cidade de Londrina-PR, na década de 1940 e com o ano de 2018. Podemos afirmar que a cidade enquanto produtora de sentido por meio de suas imagens constrói sua paisagem utilizando como suporte a comunicação da sua espacialidade.</p> Desire Blum Menezes Torres Adriano Rodrigues de Almeida ##submission.copyrightStatement## 2019-02-13 2019-02-13 1 44 58 Tipologias comerciais na Av. Duque de Caxias (Londrina, PR): estudo da permanência a partir da abordagem tipo-morfológica http://anais.uel.br/portal/index.php/comcid/article/view/512 <p>Este artigo apresenta estratégias de investigação adotadas na pesquisa intitulada “A paisagem da rua comercial em Londrina: Transformações e Permanências”, como resultado parcial de estudos sobre a Avenida Duque de Caxias (Londrina-PR), no trecho delimitado no plano inicial de 1932. O estudo busca identificar as permanências de tipologias comerciais, o que reforça qualidades essenciais formadoras da identidade do lugar, pressupondo que sua compreensão é fator essencial para construção de políticas de preservação patrimonial e sustentabilidade urbana. Tem como objetivo central demonstrar a viabilidade do emprego da morfologia urbana, especificamente, a abordagem tipo-morfológica para o estudo e classificação de tipologias comerciais e sua representatividade no desenvolvimento da cidade. Como objetivo secundário busca avançar o debate sobre comércio e resiliência urbana.</p> Eloísa Ribeiro Rodrigues Elisa Roberta Zanon Letícia Cabrera Ana Cláudia de Souza Santos ##submission.copyrightStatement## 2019-02-13 2019-02-13 1 59 74 Livrarias contemporâneas na “era da experiência” http://anais.uel.br/portal/index.php/comcid/article/view/513 <p>O comportamento do consumidor foi alterado com o advento da tecnologia, de forma que ele passou a dar mais importância à experiência da compra do que no produto em si. Esse contexto gerou modificações na arquitetura de interiores comerciais, uma vez que estes tiveram que se adequar passando a abrigar ambientes interativos, tecnológicos, personalizados, de permanência, dentre outros. O presente estudo, parte do projeto de pesquisa “Tendências de planejamento e projeto de espaços comerciais na era da experiência”, analisa, segundo o método de Percepção Ambiental de Ferrara (1999), interiores de três livrarias culturais contemporâneas situadas na cidade de São Paulo, Brasil. Com base na bibliografia estudada, foram elencados aspectos relacionados à “era da experiência” a serem identificados na amostra. Os resultados mostraram que as livrarias estudadas estão se modificando, incluindo em seus espaços áreas dinâmicas que atingem todos os sentidos dos consumidores.</p> Maria Luiza Fava Grassiotto Denise de Cássia Rossetto Januzzi Giovana Sales Rodrigues Aline de Bortolo ##submission.copyrightStatement## 2019-02-13 2019-02-13 1 75 87 Eu-cidade: percepções do outro em tempos de redes sociais – uma analogia da arquitetura de vidro com os dispositivos móveis http://anais.uel.br/portal/index.php/comcid/article/view/514 <p>Considerada a epidemia do século XXI, a solidão em sua concepção patológica tem dominado as discussões que permeiam as relações interpessoais. No entanto, para além do quadro clínico, é necessário confluir as análises para uma esfera psicossocial. Assim, este artigo propõe-se a discutir o atual estado de solidão subjacente nas redes sociais como uma consequência da atrofia das experiências humanas típica do sistema capitalista. Para isso utilizaremos a metáfora do vidro, fazendo uma analogia da arquitetura expressionista com os dias de hoje. A metodologia passa pelas discussões teóricas da fenomenologia da percepção de Merleau-Ponty, bem como os estudos da relação homem-máquina de Sherry Turkle. Pretende-se, desta forma, compreender o por quê migramos para as relações do mundo virtual em detrimento das experiências reais.</p> Gina Viviane Mardones Loncomilla ##submission.copyrightStatement## 2019-02-13 2019-02-13 1 88 102 Identidade Cultural e Espaços de memória de Londrina – aplicação da semiótica no design de grafismos para sua valorização http://anais.uel.br/portal/index.php/comcid/article/view/515 <p>Esse trabalho estuda temas referentes à identidade e patrimônio cultural da cidade de Londrina, territorialidade, terroir e o papel do design e da semiótica nesse contexto. Segue-se o método de pesquisa exploratória qualitativa descritiva e seu delineamento se dá por meio de dados primário e secundários. O trabalho busca demonstrar o potencial da semiótica quando aplicada no desenvolvimento de grafismos e peças visuais, para o enriquecimento dos mesmos e para tornar a comunicação da identidade cultural londrinense mais eficiente.</p> Juliane Castilho Moraes ##submission.copyrightStatement## 2019-02-13 2019-02-13 1 103 115 A Polifonia do Bar Valentino: O Espaço Como Suporte Para A Narrativa Visual De Uma Geração http://anais.uel.br/portal/index.php/comcid/article/view/516 <p>O Bar Valentino é um ícone da vida noturna de Londrina e palco para as manifestações culturais do circuito alternativo da cidade, que estão representadas nos pôsteres de suas paredes internas. Diante da relevância do local, o objetivo deste artigo consiste em analisar como a sua decoração constitui uma narrativa visual, que auxilia na compreensão das referências simbólicas de uma geração, que frequentou o bar antes de sua mudança de endereço, em 2006. A bibliografia consultada fundamenta-se nos estudos geracionais e na perspectiva teórica da sociologia, a partir dos aspectos do cotidiano, como o espaço, o tempo e as ações individuais e coletivas; a metodologia aplicada baseia-se na análise de discursos. Assim, conclui-se que existe uma relação entre a vida cotidiana de uma geração de frequentadores e os pôsteres decorativos, como um universo simbólico que retrata o senso comum de uma realidade compartilhada, constituindo um capítulo da memória londrinense.</p> Isabela Yankous Vale Santos Rezende Silvio Ricardo Demétrio ##submission.copyrightStatement## 2019-02-13 2019-02-13 1 116 129 Do ponto 'A' ao ponto 'B': o pensamento funcionalista e a desvalorização da experiência na cidade http://anais.uel.br/portal/index.php/comcid/article/view/517 <p>Essa pesquisa propõe uma crítica ao pensamento funcionalista (valorização da utilidade) no design que produz dispositivos capazes de anestesiar o homem e desconecta-lo da cidade. Os dispositivos são construídos por meio de padrões que evitam que o usuário reflita ou contemple os fenômenos, restando apenas a ação instintiva frente aos constantes estímulos do consumo. Sendo assim, essa pesquisa propõe o retorno do design ao campo da arte para que ocorra um processo de sensibilização dos profissionais para que estes revisem a maneira como o design é produzido. O processo de design deve se voltar ao humano e, consequentemente, as capacidades de contemplar e refletir a partir do mundo, logo, o designer não pode se permitir produzir artefatos que retiram o homem da cidade e o isolam em bolhas padronizadas, mas sim que permita ao homem condições favoráveis a existência que valorizem suas capacidades.</p> Gabriel Darcin Alsouza Rodolfo Rorato Londero ##submission.copyrightStatement## 2019-02-13 2019-02-13 1 130 144 O audiovisual e a produção de capital simbólico indígena na cidade http://anais.uel.br/portal/index.php/comcid/article/view/518 <p>O paper discute a comunicação audiovisual como ferramenta para promover a inserção e permanência do indígena na universidade, compreendendo-a como articuladora de conexões e territorialidades e organizadora de narrativas, assim como propagadora de representações simbólicas de ocupação do campo acadêmico. Apresenta como objeto de análise o processo de produção da série de autobiografias étnico-comunitárias por estudantes indígenas que participam do Ciclo de Iniciação Acadêmica Intercultural (Ciclo), da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Nas narrativas de vida dos estudantes, a universidade aparece como um espaço a ser conquistado pelos povos indígenas e ainda como uma forma de fortalecer suas lutas. Toma-se por base, o conceito de campo de Pierre Bourdieu. A comunicação audiovisual mostra-se como mediadora dos processos de fortalecimento da identidade indígena e de interculturalidade, não somente na universidade, como também no espaço urbano.</p> Mônica Kaseker ##submission.copyrightStatement## 2019-02-13 2019-02-13 1 145 156 Invasão ou Ocupação? Oficinas de Comunicação Geram Reflexão Sobre Lugar e Não-lugar nas Cidades http://anais.uel.br/portal/index.php/comcid/article/view/519 <p>Em um ambiente de conflito urbano e luta por moradia digna, os moradores do Flores do Campo conviviam com constantes investidas da Polícia Militar (PM) e com a retratação parcial e acusatória dos meios de comunicação da cidade. Para criar uma alternativa para os moradores, foram realizadas oficinas de Comunicação Popular e Comunitária e midiativismo na ocupação. Neste artigo, analisamos como esse processo contribui para a constituição de um lugar no espaço do não-lugar. Os objetivos específicos são: a) apresentar os pressupostos teóricos que orientaram as oficinas; b) analisar as discussões realizadas sobre invasão e ocupação nas oficinas de comunicação; c) discutir como a comunicação pode contribuir para a reflexão sobre lugar e não-lugar nas ocupações urbanas. A comunicação orgânica ao grupo, construída coletivamente, de forma participativa, em favor da luta popular por moradia e considerando as estratégias de defesa do grupo, contribui para a recomposição de um lugar no não-lugar.</p> Gabriel Pansardi Ruiz Alana Nogueira Volpato Danilo Lagoeiro ##submission.copyrightStatement## 2019-02-13 2019-02-13 1 157 170 Uma Análise dos Novos Movimentos Sociais em Londrina-PR http://anais.uel.br/portal/index.php/comcid/article/view/520 <p>Trata de uma Análise dos Novos Movimentos sociais usando como estudo de campo pesquisas realizadas no Jardim União da Vitória e Flores do Campo. O projeto propõe analisar e discutir o surgimento dos Movimentos Sociais e sua natureza atual. Serão examinadas definições dos Novos Movimentos Sociais e seus diferenciais com os Movimentos Sociais Tradicionais, levantando as características comunicacionais que os diferenciam ou relacionam.</p> Regina Célia Escudero Aristeu Matias Simon Ana Laura Matsumoto Pinheiro Matheus de Matos Oliveira Nicole Rodrigues dos Santos ##submission.copyrightStatement## 2019-02-13 2019-02-13 1 171 185 A Cultura da cidade e da organização: o capital simbólico, do varejo Casas Pernambucanas http://anais.uel.br/portal/index.php/comcid/article/view/521 <p>O presente artigo tem como objetivo geral investigar o varejo como capital simbólico da cidade e os imbrincamentos da cultura da cidade na cultura organizacional de uma rede varejista, especificamente, busca-se averiguar a memória organizacional e da cidade na comunicação organizacional do varejo; analisar as transformações da paisagem urbana por meio do varejo; identificar os vínculos afetivos que a imagem do varejo estabelece com seus públicos. A estrutura teórica é pautada em estudos sobre cultura organizacional, semiótica urbana e capital simbólico. O objeto de análise é o varejo Casas Pernambucanas da região central da cidade de Londrina-PR. Metodologicamente consiste em um estudo qualitativo, com a utilização de técnicas para a coleta de dados, a observação, entrevista em profundidade, questionários e pesquisa documental. Apesar das contribuições deste varejo na imagem da cidade de Londrina-PR, devido a sua atuação comercial desde a primeira década na cidade, detectou-se a necessidade de ações de comunicação sobre este valor com os seus públicos.</p> Desire Blum Menezes Torres Vinícius Félix dos Santos ##submission.copyrightStatement## 2019-02-20 2019-02-20 1 186 198