REMÉDIOS NATURAIS E O “NOVO” OLHAR ENTRE INDIVÍDUO E A NATUREZA

  • Adão Mateus Costa Universidade Estadual de Londrina
  • Cecilia de Lima Affine Universidade Estadual de Londrina
  • Luiz Sanfelice Universidade Estadual de Londrina
  • Vinícius Belquiman Universidade Estadual de Londrina
  • Carlos Alberto Hirata Universidade Estadual de Londrina
Palavras-chave: natureza, remédios naturais, espacialização, indivíduo

Resumo

Os moldes de vida atuais do mundo ocidental, reconfigurados pela globalização, possuem algo inerente ao seu tempo: o imediatismo. Esse cenário pouco se altera quando pensamos nos hospitais, que não se contentam com os remédios naturais, o que se explica pela demora no tratamento de doenças e desconfortos, e por algumas filiações com indústrias farmacêuticas. Posto isso o objetivo da oficina realizada foi de redefinir a relação e importância da natureza e dos seres humanos, que deveriam ser vistos como seres inseparáveis. Assim criando um olhar diferente sobre os benefícios naturais, a saúde humana e a saúde natural, que estão interligados nas mais diversas formas, abrindo espaço para a desconstrução da cultura dos remédios químicos. A metodologia contou com a apresentação do ser humano enquanto parte da natureza; dos problemas relacionados ao consumo abusivo de remédios químicos; e um meio respeitoso de cuidado do ser e da natureza advindo do uso, plantio dos remédios naturais. Após a explicação foi apresentado alguns destes remédios, assim como sua espacialização. Também foi mostrado receitas eficientes e comprovadas cientificamente. Como interação, foi feito um jogo para que os grupos da sala adivinhassem algumas ervas e folhas, iniciando um primeiro contato com os remédios naturais. Como resultado, tivemos uma ampla discussão, sobre o qual os alunos participaram efetivamente, além da própria interação do jogo. Com a atividade, consideramos que o conhecimento dos benefícios da natureza são um meio para a discussão da importância da relação entre indivíduo e natureza, dando abertura para o respeito mútuo.

Publicado
2020-09-21