O (neo) conservadorismo e os desafios postos ao trabalho do/a assistente social

Autores

  • Cláudia Daiane Emmert Miron Universidade de Caxias do Sul
  • Heloisa Teles Universidade de Caxias do Sul
  • Laís Duarte Correa Universidade de Caxias do Sul

Palavras-chave:

Brasil, Serviço Social, Trabalho

Resumo

Esse estudo objetiva contribuir para discussão acerca do trabalho dos assistentes sociais, com breves reflexões do capitalismo e sua conformação no Brasil, visando identificar a herança conservadora que se faz presente no país, sua reprodução na atualidade a partir de roupagens neoconservadoras e rebatimentos no trabalho em Serviço Social. Adota-se a perspectiva dialético crítica e utilização da pesquisa bibliográfica, a partir das quais, verifica-se que o Serviço Social brasileiro sofre os rebatimentos advindos da forma determinada de sociabilidade constitutiva do capitalismo, reforçada pela herança conservadora hegemônica do país, tendo como principal incidência o neoconservadorismo no exercício profissional dos assistentes sociais.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Cláudia Daiane Emmert Miron, Universidade de Caxias do Sul

Bacharela em Serviço Social, Universidade de Caxias do Sul, Núcleo de Estudos e Pesquisas em Políticas Públicas e Sociais. Brasil.

Heloisa Teles, Universidade de Caxias do Sul

Assistente Social. Mestre em Serviço Social. Professora da Universidade de Caxias do Sul, Curso de Serviço Social, Núcleo de Estudos e Pesquisas em Políticas Públicas e Sociais. Doutoranda em Serviço Social no Programa de Pós Graduação em Serviço Social/PUCRS, Núcleo de Pesquisa em Políticas e Economia Social, NEPES. Brasil.

Laís Duarte Correa, Universidade de Caxias do Sul

Bacharela em Serviço Social, Universidade de Caxias do Sul, Núcleo de Estudos e Pesquisas em Políticas Públicas e Sociais. Brasil.

Publicado

2026-02-24