Guerrilha do Araguaia

resquícios do movimento no século XXI

Autores

  • Eulina Coutinho Silva do Nascimento Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – PPGEA/UFRJ
  • Rosiléia de Oliveira Mundoco Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – PPGEA/UFRJ
  • Valdilei Gonçalves Santos UAB - Universidade Aberta do Brasil

Palavras-chave:

Guerrilha do Araguaia, ATGA, anistia política

Resumo

O objetivo deste trabalho é fazer uma revisão dos fatos ocorridos durante a Guerrilha do Araguaia, nas décadas de 1960 a 1970 no Brasil. Ainda hoje se tem movimentos sociais que buscam defender os direitos dos feridos e torturados nesta guerrilha, como a ATGA (Associação dos torturados da Guerrilha do Araguaia). Pretende-se verificar por meio de pesquisa bibliográfica e entrevista como se dá a atuação desta associação com foco na anistia política, e ainda, analisar com base nas informações de cunho público e social em que patamar se encontra atualmente a divulgação deste fato histórico.

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Biografia do Autor

Eulina Coutinho Silva do Nascimento, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – PPGEA/UFRJ

Doutora em Ciências. Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação Agrícola da Universidade
Federal Rural do Rio de Janeiro – PPGEA/UFRJ. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Educação, Ensino e
Aprendizagem em Matemática (UFRRJ). Brasil.

Rosiléia de Oliveira Mundoco, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – PPGEA/UFRJ

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Educação Agrícola da Universidade Federal Rural do Rio de
Janeiro – PPGEA/UFRJ. Brasil

Valdilei Gonçalves Santos, UAB - Universidade Aberta do Brasil

Especialista em História da Amazònia; professor pesquisador da UAB - Universidade Aberta do Brasil em
Conceição do Araguaia-PA, Brasil

Publicado

2026-02-24