Os assistentes sociais e a luta por melhores condições de trabalho

apontamentos sobre a jornada semanal de 30 horas

Autores

  • Juliana Tisseu Rocha UNESPAR/Campus Apucarana
  • Luciane Francielli Zorzetti Maroneze UNESPAR/Campus Apucarana

Palavras-chave:

Trabalho, Precarização do trabalho, Serviço social

Resumo

O objetivo deste artigo é analisar como se configurou o processo de luta dos Assistentes Sociais no tocante à jornada semanal de trinta horas, tendo por base às transformações globais impulsionadas pela reorganização capitalista. A pesquisa realizada é do tipo bibliográfica, de caráter exploratório, e a dialética será utilizada como método de abordagem. No decorrer deste estudo verificou-se que a aprovação do Projeto de Lei das 30 horas – Lei nº 12.317/2010, resultou de um processo de enfrentamento, possibilitado com a articulação política das entidades representativas (Conselho Federal de Serviço Social – CFESS; Conselhos Regionais de Serviço Social- CRESS; ABESPSS e ENESSO) e dos profissionais que deram um grande passo na melhoria das condições de trabalho, entretanto, constata-se que há outras lutas a serem travadas por melhores condições de trabalho e de vida dos trabalhadores, incluindo os assistentes sociais.

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Biografia do Autor

Juliana Tisseu Rocha, UNESPAR/Campus Apucarana

UNESPAR/Campus Apucarana, Brasil

Luciane Francielli Zorzetti Maroneze, UNESPAR/Campus Apucarana

UNESPAR/Campus Apucarana, Brasil

Publicado

2026-02-24