Quando a periferia pensa: Gramsci, Conceição Evarito e a prática política dos coletivos urbanos
Palavras-chave:
intelectual orgânico, escrivivência, periferia, questão social, práxis, serviço socialResumo
O artigo analisa a produção de conhecimento e a organização política nas periferias urbanas brasileiras, problematizando a centralidade dos saberes hegemônicos. Tem como objetivo compreender como práticas comunitárias constituem formas contra-hegemônicas de práxis. Fundamenta-se na articulação entre as categorias de intelectual orgânico e escrevivência, a partir de abordagem qualitativa de orientação crítico-dialética, com base na sistematização da experiência do coletivo Vista Bela em Movimento, em Londrina/PR. Conclui-se que a organização coletiva produz saberes, ressignifica vivências e formula projetos políticos, convocando o Serviço Social a reconhecer os sujeitos periféricos como protagonistas da transformação social.
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Referências
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