Cuidado, estigma e mulheres: interfaces entre saúde coletiva, serviço social e redução de danos

Autores

  • Warlen Ribeiro da Cruz Oliveira Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)
  • Flaviane Cristina de Oliveira Ferreira Delanos Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM)

Palavras-chave:

estigma, mulher, drogas

Resumo

O estigma dirigido a mulheres que fazem uso de álcool e/ou outras drogas constitui uma barreira significativa ao acesso e à continuidade do cuidado em saúde, especialmente quando articulado a gênero, classe e raça. O artigo tem como objetivo descrever os impactos desse estigma no acesso aos serviços de saúde e discutir a importância da Política de Redução de Danos. Trata- se de uma revisão integrativa da literatura, realizada nas bases PubMed e SciELO, complementada por documentos oficiais e referenciais do Serviço Social. Os resultados evidenciam que o estigma produz silenciamento, afastamento dos serviços e práticas punitivas, reforçando a necessidade de abordagens éticas, interseccionais e baseadas em direitos.

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Biografia do Autor

Warlen Ribeiro da Cruz Oliveira , Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)

Assistente Social. Mestrando em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).
Bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (FAPES).

Flaviane Cristina de Oliveira Ferreira Delanos, Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM)

2 Assistente Social, docente e pesquisadora da Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia
de Vitória (EMESCAM). Mestra em Política Social. 

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Publicado

2026-06-09