Cuidado, estigma e mulheres: interfaces entre saúde coletiva, serviço social e redução de danos
Palavras-chave:
estigma, mulher, drogasResumo
O estigma dirigido a mulheres que fazem uso de álcool e/ou outras drogas constitui uma barreira significativa ao acesso e à continuidade do cuidado em saúde, especialmente quando articulado a gênero, classe e raça. O artigo tem como objetivo descrever os impactos desse estigma no acesso aos serviços de saúde e discutir a importância da Política de Redução de Danos. Trata- se de uma revisão integrativa da literatura, realizada nas bases PubMed e SciELO, complementada por documentos oficiais e referenciais do Serviço Social. Os resultados evidenciam que o estigma produz silenciamento, afastamento dos serviços e práticas punitivas, reforçando a necessidade de abordagens éticas, interseccionais e baseadas em direitos.
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