Internações prolongadas por demandas sociais: desafios para a garantia da alta hospitalar segura

Autores

  • Ana Beatriz Ribeiro da Silva Hospital Universitário de Londrina
  • Argeria Maria Serraglio Narciso Hospital Universitário de Londrina
  • Edineia Valim Hospital Universitário de Londrina
  • Tainara Marina da Silva Borges Hospital Universitário de Londrina
  • Thaís Aparecida de Souza Hospital Universitário de Londrina

Palavras-chave:

internações prolongadas, desospitalização, serviço social, alta hospitalar, política de saúde

Resumo

O artigo analisa as internações prolongadas por demanda social no Hospital Universitário de Londrina, entre 2022 e 2025. A partir de dados do SAME, foram identificados 260 pacientes com permanência superior a 90 dias, sendo 20 casos relacionados a motivos sociais após alta clínica. Evidencia-se a fragilidade da rede socioassistencial, a ausência de retaguarda familiar e a insuficiência de vagas em acolhimento institucional. Destaca-se a atuação fundamental do Serviço Social na articulação intersetorial, no planejamento da alta segura e na defesa da integralidade do cuidado. 

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Biografia do Autor

Ana Beatriz Ribeiro da Silva, Hospital Universitário de Londrina

1Assistente Social, Hospital Universitário de Londrina, pós-graduada em Serviço Social em Saúde Coletiva 

Argeria Maria Serraglio Narciso, Hospital Universitário de Londrina

Assistente Social, Hospital Universitário de Londrina, mestre e doutora em Serviço Social e Política Social - UEL

Edineia Valim, Hospital Universitário de Londrina

Assistente Social, Hospital Universitário de Londrina, pós graduada em Gestão Pública e Recursos Humanos 

Tainara Marina da Silva Borges, Hospital Universitário de Londrina

Assistente Social, Hospital Universitário de Londrina , pós-graduada em Saúde Coletiva

Thaís Aparecida de Souza, Hospital Universitário de Londrina

Assistente Social, Hospital Universitário de Londrina, mestre em Serviço Social e Política Social - UEL 

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Publicado

2026-06-09