Trabalhadoras refugiadas: flexibilização e precarização do trabalho na cidade de São Paulo

Autores

  • Adriane Giugni da Silva LEPED/FE/Unicamp
  • Marisa Andrade UNIFESP

Palavras-chave:

mulheres refugiadas, mercado de trabalho, inserção flexível, precarização do trabalho, condições de vida

Resumo

Este artigo resulta de uma pesquisa realizada em 2024/2025 sobre a inserção de mulheres refugiadas no mercado de trabalho paulistano. A pesquisa objetivou analisar essa inserção considerando o reflexo da exploração dessas mulheres nas suas condições de vida e sobrevivência. Trata-se de pesquisa qualitativa, apoiada em pesquisa bibliográfica, documental e de campo. Utilizaram-se como procedimentos técnicos questionários e entrevistas, aplicadas às partícipes da pesquisa. Esses procedimentos permitiram captar a realidade vivenciada por essas mulheres no mercado de trabalho. Concluiu-se que a inserção se dá preferencialmente na área de serviços, constituindo-se como temporária, terceirizada, precarizada, marginal e instável.

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Biografia do Autor

Adriane Giugni da Silva, LEPED/FE/Unicamp

Professora, Pesquisadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferença
(LEPED/FE/Unicamp), Doutora em Educação/UNICAMP

Marisa Andrade, UNIFESP

Professora (UNIFESP), Pesquisadora do Laboratório Interdisciplinar de Estudos e Intervenção em
Políticas Públicas de Gênero (UFRJ), Pesquisadora do Núcleo de Estudos do Trabalho e Gênero
(NETeG/UNIFESP), Doutora em Serviço Social/UFRJ

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Publicado

2026-06-09