A formação do Estado-Nação no Haiti e a reconfiguração dos fluxos migratórios no Brasil contemporâneo

Autores

  • Amanda de Barros Santos Universidade Estadual de Londrina (UEL)
  • Ana Julia Simionato Scalabrini
  • Ethol Exime Universidade Estadual de Londrina (UEL)
  • Líria Maria Bettiol Lanza Universidade Estadual de Londrina (UEL)
  • Óscar Sousa Domingos

Palavras-chave:

Estado-Nação, migração haitiana, migrações contemporâneas, Brasil, política migratória

Resumo

Este artigo problematiza a influência da formação histórica do Estado-Nação haitiano e da ausência de políticas nacionais articuladas no Brasil sobre os fluxos migratórios. O objetivo é analisar os desafios enfrentados por migrantes haitianos no Brasil contemporâneo. A pesquisa, de abordagem qualitativa e revisão bibliográfica crítica, revela que a fragmentação das políticas sociais e a pobreza multidimensional intensificam a exclusão, evidenciando a necessidade de políticas públicas integradas e efetivas para garantir direitos e promover inclusão social.

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Biografia do Autor

Amanda de Barros Santos, Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Assistente Social do Instituto Federal do Paraná - Campus Palmas, Mestre em Serviço Social e Política Social (UEL), doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social e Política Social da Universidade Estadual de Londrina (UEL), bolsista da CAPES. Membro do Grupo de Pesquisa (CNPq) “Serviço Social e Saúde: formação e exercício profissional - SerSaúde” (http://www2.uel.br/grupos/sersaude/). 

Ana Julia Simionato Scalabrini

Graduanda em Serviço Social pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), bolsista de Iniciação Científica do CNPQ. Membro do Grupo de Pesquisa (CNPq) “Serviço Social e Saúde: formação e exercício profissional - SerSaúde” (http://www2.uel.br/grupos/sersaude/). 

Ethol Exime, Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Graduado em Relações Internacionais (IBMR), Mestre em Desenvolvimento Rural Sustentável pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE). Doutor em Desenvolvimento Rural Sustentável pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE). Pesquisador de Pós‐Doutorado em Serviço Social e Política Social na Universidade Estadual de Londrina (UEL), Bolsista CNPq. Membro do Grupo de Pesquisa (CNPq) “Serviço Social e Saúde: formação e exercício profissional - SerSaúde” (http://www2.uel.br/grupos/sersaude/). 

Líria Maria Bettiol Lanza, Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Graduada em Serviço Social pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Mestre em Serviço Social pela UNESP, Doutora em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Pós-Doutora pela Escola Nacional de Saúde Pública de Lisboa/Portugal (ENSP/Portugal), Docente do Departamento de Serviço Social e do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social e Política Social da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Coordenadora do Grupo de Pesquisa (CNPq) “Serviço Social e Saúde: formação e exercício profissional - SerSaúde” (http://www2.uel.br/grupos/sersaude/). 

Óscar Sousa Domingos

Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Graduado em Serviço Social pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Mestre em Serviço Social e Política Social pelo Programa de Pós-Graduação em Serviço Social e Política Social da UEL (PPGSER-UEL), doutorando em Serviço Social e Política Social (PPGSER-UEL), bolsista da CAPES. Membro do Grupo de Pesquisa (CNPq) “Serviço Social e Saúde: formação e exercício profissional - SerSaúde” (http://www2.uel.br/grupos/sersaude/). 

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Publicado

2026-06-09