Ações afirmativas na pós-graduação: reflexões sobre acesso, permanência e o desafio do pertencimento de mulheres negras

Autores

  • Ana Cláudia Marques de Oliveira Universidade Estadual de Londrina (UEL)
  • Evelyn Secco Faquin Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Palavras-chave:

ações afirmativas, mulheres negras, pós-graduação stricto sensu, racismo estrutural, pertencimento

Resumo

O presente trabalho busca compreender os limites das políticas de ações afirmativas para mulheres negras na pós-graduação stricto sensu no Brasil, tendo como objetivo discutir o pertencimento como dimensão indissociável da permanência universitária. Trata-se de um estudo bibliográfico, desenvolvido a partir da revisão da literatura. Conclui-se que, embora as ações afirmativas representem conquistas históricas do movimento negro, o racismo estrutural, o epistemicídio e as opressões de raça, gênero e classe continuam operando no interior da universidade, evidenciando que garantir o acesso não é suficiente sem políticas que garantam às mulheres negras condições reais de permanecer e pertencer à universidade.

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Biografia do Autor

Ana Cláudia Marques de Oliveira, Universidade Estadual de Londrina (UEL)

1Graduada em Serviço Social pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), 

Evelyn Secco Faquin, Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Doutora em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Docente do
Departamento de Serviço Social e do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social e Política Social
da Universidade Estadual de Londrina (UEL), 

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Publicado

2026-06-09