PROGRAMA DE FORMAÇÃO COMPLEMENTAR EM FÁRMACIA HOSPITALR: DO ENSINO A PRÁTICA HOSPITALAR

Autores

  • Lucas Felipe de Souza Canella Universidade Estadual de Londrina
  • Gustavo Scacco Universidade Estadual de Londrina
  • Dora Silvia Correa de Moraes Universidade Estadual de Londrina
  • Sirlei Luiza Zanluchi Donega Universidade Estadual de Londrina

Palavras-chave:

Ensino, Farmácia Hospitalar, Medicamentos, Prática, Hospital

Resumo

A profissão farmacêutica vem evoluindo a cada ano, principalmente com a globalização e maior conscientização do usuário, obrigando o profissional farmacêutico a se atualizar e reciclar seus conhecimentos, além da necessidade de aprimorar a formação profissional, contribuindo para uma assistência farmacêutica de qualidade e para o desenvolvimento regional na área de farmácia hospitalar. Proporcionar a estudantes do curso de graduação em farmácia da UEL a possibilidade de interagir com profissionais que atuam em Farmácia Hospitalar e desenvolver as atividades inerentes á área. Acompanhamento prático da rotina da Divisão de Farmácia Hospitalar da Diretoria Clínica do Hospital Universitário de Londrina (HU/UEL), sendo, portanto, uma atividade pré-profissional voltada para o desenvolvimento de aptidões e competências previstas no projeto político pedagógico do curso de graduação. Em poucos meses no setor da Dispensação da Farmácia Hospitalar, habilidades como comunicação interdisciplinar, conferência, seleção de medicamentos prescritos para cada paciente internado nas unidades do HU/UEL, compressão da logística do hospital bem como a priorização, em todas as etapas, do usuário final, o paciente, para que receba o medicamento na dose e posologia prescrita, pelo tempo certo e os medicamentos corretos, confluindo à definição de Uso Racional de Medicamentos. Conclui-se, portanto, que o Programa de Formação Complementar em Farmácia Hospitalar é, de fato, a prática dos conhecimentos adquiridos durante os semestres do curso em nível hospitalar terciário, com atribuições necessárias ao profissional farmacêutico. Ademais, a vivência durante os plantões contribui para a comunicação clara e objetiva entre os profissionais e residentes, garantindo a segurança ao paciente.

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Publicado

2026-04-01

Edição

Seção

Resumos Simples