EU, LUCIANE, DA ETNIA KAIGANG

o testemunho de uma assistente social indígena e seu duplo pertencimento

Autores

  • Wagner R. Amaral Universidade Estadual de Londrina - UEL
  • Marcio P. Cassandre Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Luciane A. Paula Terra Indígena de Barão de Antonina

Palavras-chave:

Educação Superior Indígena, Povos Indígenas, Assistente Social Indígena

Resumo

A presença de indígenas nas Universidades públicas brasileiras é um fenômeno
recente, datado de 2002, a partir da inédita experiência de ingresso e permanência desses
sujeitos nas Universidades paranaenses. A trajetória de profissionais indígenas reflete a
existência de um duplo pertencimento: em ser indígena e ser profissional simultaneamente.
Esse texto apresenta o testemunho como estratégia do método de história de vida, fazendo
uso do diálogo testemunhal e tendo como um dos autores uma assistente social Kaingang.
A narrativa revela desafios, limites e possibilidades da presença de indígenas nos cursos de
Serviço Social e na atuação profissional.

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Biografia do Autor

Wagner R. Amaral, Universidade Estadual de Londrina - UEL

Assistente Social; Professor do Departamento de Serviço Social e do Programa de Pós-
Graduação em Políticas Sociais e Serviço Social da Universidade Estadual de Londrina;
Membro participante do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gestão de Políticas Sociais da
UEL e da Comissão Universidade para os Índios do Paraná, Brasil

Marcio P. Cassandre, Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Administrador; Professor do Departamento de Administração e do Programa de Pós-
Graduação em Administração da Universidade Estadual de Maringá, Brasil;

Luciane A. Paula, Terra Indígena de Barão de Antonina

Assistente Social, pertencente ao povo Kaingang da Terra Indígena de Barão de
Antonina no Paraná, Brasil

Publicado

2026-02-24