Monitoramento eletrônico: "prisão invisível" e as consequências na vida dos monitorados

Autores

  • Cristiane Carla da Silva Universidade Estadual de Londrina (UEL)
  • Carmen Silvia Righetti Nóbile Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Palavras-chave:

sistema penitenciário, monitoração eletrônica, estigma social, exclusão social

Resumo

Este artigo tem como objetivo identificar as consequências do uso da monitoração eletrônica na vida das pessoas monitoradas. Adota-se o método de pesquisa bibliográfica e observação participante, através da experiência como bolsista no projeto de extensão NUPEM (Núcleo de atendimentos às pessoas com monitoração eletrônica). Evidenciou-se que o monitoramento eletrônico isoladamente, não é capaz de sanar a problemática da superlotação das penitenciárias e muito menos favorece a reinserção social dos indivíduos. Ao invés de atuar como facilitador, o dispositivo já se encontra estigmatizado na sociedade, produzindo preconceito e exclusão social.

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Biografia do Autor

Cristiane Carla da Silva, Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Bacharel em Serviço Social pela Universidade Estadual de Londrina. 

Carmen Silvia Righetti Nóbile, Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Assistente Social aposentada pelo TJSP, docente pela UEL. Graduação em Serviço pela UEL,
doutora em Serviço Social UNESP- Franca-SP. 

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Publicado

2026-06-09