A CORRIDA PARA O RIO VERMELHO

caminhos coloniais e oitocentistas ao Rio Vermelho, Salvador (BA)

Autores

  • Daniel Paz FAUFBA

DOI:

https://doi.org/10.4025/shcu.v1i1.6313

Palavras-chave:

Salvador, Rio Vermelho, história urbana, caminhos

Resumo

O bairro do Rio Vermelho, em Salvador (BA), surge já nos primeiros séculos de Colônia como uma vila de pescadores, cabeça daqueles povoados e armações de pesca e caça de baleia do litoral atlântico, a partir de dois portos naturais, um vizinho ao outro: o de Sant´Anna e o da Mariquita, na foz do rio Lucaia. Importante desde muito cedo por motivos diversos, como o de abastecimento da cidade e local de devoções populares de porte. Neste artigo tratamos de reconstituir os caminhos coloniais, aqueles realizados no século XIX e a competição entre as empresas de transporte coletivo para atender ao Rio Vermelho. E lançar hipóteses, relacionando-as com o desenvolvimento da vila colonial de pescadores em sítio de veraneio, local das festas em torno de N. Sra. de Sant´Anna e dos banhos salgados oitocentistas. Veremos como a construção de tais caminhos e seu transporte se relaciona com a urbanização da cidade, e com aspectos de sua história social, da procura inédita pelas praias como local de bem-estar, em uma particular disputa das empresas privadas concessionárias de bonde pela primazia e pelas condições de acesso até a praia.

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Publicado

08-09-2026

Como Citar

PAZ, Daniel. A CORRIDA PARA O RIO VERMELHO: caminhos coloniais e oitocentistas ao Rio Vermelho, Salvador (BA). Anais do 19º Seminário de História da Cidade e do Urbanismo, [S. l.], v. 1, n. 1, 2026. DOI: 10.4025/shcu.v1i1.6313. Disponível em: https://anais.uel.br/portal/index.php/shcu/article/view/6313. Acesso em: 7 out. 2026.

Edição

Seção

Eixo 2 — Processos de Produção do Espaço Urbano