A RUA COMO ESPAÇO DE JOGO

performances e dinâmicas territoriais na prática de grafitar na capital federal

Autores

  • Renata Silva Almendra Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.4025/shcu.v1i1.6580

Palavras-chave:

grafite, intervenção urbana, Brasília, História Urbana, jogo

Resumo

A intenção deste artigo é discutir o grafite como uma espécie de jogo territorial e representacional que absorve os grafiteiros no compartilhamento de um universo codificado e que envolve o conhecimento de regras próprias, como articuladoras para o desenvolvimento desse jogo. Para tanto, são mobilizadas as noções de representação e territorialidade na interpretação dos grafites e na ação de grafitar como formas de elaboração de narrativas que se fazem na cidade (sentido territorial) e sobre a cidade (sentido representacional). Tomando como fontes as imagens de grafites e os depoimentos de grafiteiros atuantes em Brasília, é feita uma análise da atuação desses sujeitos na arena pública, sobretudo na relação entre seus pares. Observa-se que, ao se unirem sob uma certa identidade social, os grafiteiros, enquanto grupo, acabam pondo em evidência essa dinâmica socioespacial desigual e heterogênea do espaço urbano, sobretudo nas áreas mais complexas, como o Plano Piloto de Brasília, foco central de nossa abordagem.

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Publicado

08-09-2026

Como Citar

SILVA ALMENDRA, Renata. A RUA COMO ESPAÇO DE JOGO: performances e dinâmicas territoriais na prática de grafitar na capital federal. Anais do 19º Seminário de História da Cidade e do Urbanismo, [S. l.], v. 1, n. 1, 2026. DOI: 10.4025/shcu.v1i1.6580. Disponível em: https://anais.uel.br/portal/index.php/shcu/article/view/6580. Acesso em: 17 set. 2026.

Edição

Seção

Eixo 3 — Representações, Memória e Preservação do Urbano