O RIO DE JANEIRO, A SAÚDE PÚBLICA E A MODERNIDADE
a cidade como problema de saúde e a construção de uma rede hospitalar na passagem do século XIX para o século XX
DOI:
https://doi.org/10.4025/shcu.v1i1.6707Palavras-chave:
Rio de Janeiro, Atenção à saúde, Rede Hospitalar, Saúde Pública, Geografia histórica da Atenção Primária à SaúdeResumo
A política de saúde carioca muitas vezes é pensada através da construção do SUS é de seus preceitos, este trabalho visa repensar a trajetória urbana da cidade do Rio de Janeiro através de uma longa temporalidade com a política de saúde pública. O objetivo deste trabalho é pensar como a cidade do Rio de Janeiro vivenciou o processo de modernização capitalista em conjunto com a política de saúde pública, que ao mesmo tempo produziu uma relação entre a forma urbana e uma rede de atenção hospitalar que vai se constituindo na urbe carioca através da passagem do século XIX para o século XX e que culmina na experiência de atenção à saúde pós gripe espanhola. A hipótese mais ampla da nossa reflexão é pensar como existe uma geografia histórica da construção territorial de uma rede de atenção à saúde pública (não só hospitalar) entre público e privado nas primeiras décadas do século XX. Para isto, essa pesquisa de cunho exploratório parte das datas de inauguração dos serviços de saúde atual cidade do Rio de Janeiro para pensar uma geografia história das experiências de atenção primária a saúde na cidade. Nos apoiando em uma revisão bibliográfica sobre o tema, como também na pesquisa feita no arquivo da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional, buscando tecer os fios para contarmos essa história com uma temporalidade em transformação, onde as políticas de saúde pública transformam o espaço urbano e é transformada por ele.
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