A CIDADE
campo narrativo do Imaginário
DOI:
https://doi.org/10.4025/shcu.v1i1.6727Palavras-chave:
Espaço Urbano, Memória, Subjetividade, ImaginárioResumo
O presente trabalho visa ampliar o estudo sobre as cidades, através do viés subjetivo. Mesmo respeitando uma relação objetiva entre indivíduo e espaço urbano, devemos também considerar as construções poéticas, especialmente no que diz respeito a memória. Nesse contexto, uma abordagem fenomenológica, constituída por meio de uma experiencia sensível, insere o indivíduo em uma outra leitura de camada sobre o espaço urbano, isto é, não apenas o espaço físico construído, mas também sob o aspecto simbólico. Consideramos a cidade como um espaço de vivência e ao mesmo tempo um espaço aberto para o devaneio. Nesse sentido, o que se pretende é demonstrar que a racionalidade e a subjetividade não se excluem, mas a razão também promove aspectos subjetivos e da memória (pessoal ou coletiva). Nesse contexto, o Imaginário de Gilbert Durand torna-se fundamental para promover a leitura do sensível na cidade.
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