A CIDADE

campo narrativo do Imaginário

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4025/shcu.v1i1.6727

Palavras-chave:

Espaço Urbano, Memória, Subjetividade, Imaginário

Resumo

O presente trabalho visa ampliar o estudo sobre as cidades, através do viés subjetivo. Mesmo respeitando uma relação objetiva entre indivíduo e espaço urbano, devemos também considerar as construções poéticas, especialmente no que diz respeito a memória. Nesse contexto, uma abordagem fenomenológica, constituída por meio de uma experiencia sensível, insere o indivíduo em uma outra leitura de camada sobre o espaço urbano, isto é, não apenas o espaço físico construído, mas também sob o aspecto simbólico. Consideramos a cidade como um espaço de vivência e ao mesmo tempo um espaço aberto para o devaneio. Nesse sentido, o que se pretende é demonstrar que a racionalidade e a subjetividade não se excluem, mas a razão  também promove aspectos subjetivos e da memória (pessoal ou coletiva). Nesse contexto, o Imaginário de Gilbert Durand torna-se fundamental para promover a leitura do sensível na cidade.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Antonio Busnardo Filho, Univag

Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Farias Brito (1979), mestrado em Educação pela Universidade de São Paulo (1997) e doutorado em Educação pela Universidade de São Paulo (2002). Atualmente é professor titular do Centro Universitário de Várzea Grande, Mato Grosso (UNIVAG-MT), atuando na graduação e no mestrado acadêmico em Arquitetura e Urbanismo. Com experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em História da Arquitetura e Urbanismo, atuando principalmente nos seguintes temas: cidade, leituras urbanas, teoria da arquitetura e urbanismo e cultura urbana, com embasamento teórico da antropologia do imaginário.

Downloads

Publicado

08-09-2026

Como Citar

ASSUMPÇÃO, Rodrigo Vitorino; BUSNARDO FILHO, Antonio. A CIDADE: campo narrativo do Imaginário. Anais do 19º Seminário de História da Cidade e do Urbanismo, [S. l.], v. 1, n. 1, 2026. DOI: 10.4025/shcu.v1i1.6727. Disponível em: https://anais.uel.br/portal/index.php/shcu/article/view/6727. Acesso em: 17 set. 2026.

Edição

Seção

Eixo 3 — Representações, Memória e Preservação do Urbano