Morte, historiografia e complexidade

um mapeamento das produções acadêmicas brasileiras

Autores

  • Augusto Bueno Rosin Universidade Estadual de Maringá

Palavras-chave:

complexidade, historiografia da morte, produções acadêmicas

Resumo

O presente texto busca apresentar os percursos, metodologias e resultados de uma pesquisa de iniciação científica que deteve, como objetivo geral, o estudo da morte sob a ótica da complexidade. Para tanto, foi elaborado, especificadamente, um mapeamento das produções historiográficas brasileiras sobre o tema da morte e seus elementos circundantes. Das 96 teses e dissertações identificadas, foi resultado, junto as leituras e discussões dos historiadores “clássicos” do mesmo recorte temático – como Airès (2017) e João José Reis (1991) –, a intensidades que estes trabalhos refletem as posturas teóricas e, fundamentalmente, a seleção do mesmo tipo de fontes históricas para os estudos. Além de, por meio das compreensões sobre a morte veiculadas por Edgar Morin (1997) e das considerações de Bastos (2016), ter aproximado os trabalhos historiográficos encontrados e, nesse sentido, pensar nas possibilidades de estudar a morte a partir do prisma do pensamento complexo.

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Biografia do Autor

Augusto Bueno Rosin, Universidade Estadual de Maringá

Graduando em História (Licenciatura Plena) pela Universidade Estadual de Maringá, Campus Sede, Maringá-
PR.

Referências

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Publicado

2026-07-28