Capoeira e resistência negra

breves reflexões sobre a formação sócio-histórica brasileira

Autores

Palavras-chave:

Capoeira, racismo estrutural, resistência negra

Resumo

Este artigo analisa a Capoeira como expressão histórico-cultural de resistência negra e sua relação com a formação sócio-histórica brasileira. Discute o escravismo colonial como base estrutural da sociedade e o racismo como instrumento de dominação. O estudo reflete sobre a trajetória da Capoeira, da escravidão à criminalização e ao reconhecimento como patrimônio cultural. Trata-se de pesquisa qualitativa, baseada em revisão bibliográfica e pesquisa documental de cantigas como fontes de memória e denúncia. Conclui-se que a Capoeira constitui uma práxis social que articula corpo, música e identidade, preservando saberes ancestrais e tensionando as contradições do capitalismo brasileiro.

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Biografia do Autor

João Paulo Rosa Lorenço, Universidade Estadual de Londrina

Mestre em Serviço Social e Política Social pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), professor assistente no Departamento de Serviço Social e no Curso de Especialização em Religiões e Religiosidades da UEL.

Maria Clara Aguilera, Universidade Estadual de Londrina

Bacharel em Serviço Social pela Universidade Estadual de Londrina

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Publicado

2026-06-08

Edição

Seção

GT 8: Direitos Humanos e estudos étnicos-raciais